Diante das discussões em
relação à Bolsa Crack, faremos algumas considerações. Inicialmente, Diferente do
que muitos afirmaram, a bolsa não foi criada por Dilma, mas pelo estado de São
Paulo e atenderá alguns municípios do interior. Claro, se o projeto der certo,
nada impedirá que os outros estados copiem a ideia.
Com o primeiro mito derrubado,
pergunto: R$ 1.350,00 é muito para um tratamento de um viciado em Crack? Não, e
responderei os motivos. Costumeiramente a gente vê e escuta policiais afirmarem
que os crimes, principalmente homicídios, estão relacionados diretamente com o
uso de drogas, fala-se em 80%.
Considerando esta afirmação verdadeira e pegando como exemplo um homicídio simples, faremos alguns cálculos: Após o crime, algum popular acionará a polícia militar, através do 190, que enviará uma guarnição para isolar e preservar o local. Teremos, pelo menos, três policiais a menos patrulhando a cidade, pois estarão no local de crime. A partir daí, entrarão em campo mais três equipes, sendo uma da Polícia Civil, outra da Medicina Legal e os peritos criminalistas.
Terminado o local do crime, investigadores irão fazer as diligências no intuito de localizar testemunhas. Mais gastos. Algumas investigações requerem muitos dias de trabalho dos policiais, dedicação e esforço. O médico legista irá atestar a causa da morte. Os peritos criminalistas irão analisar os objetos encontrados no local do fato e produzirão um relatório com dados que possam levar até o criminoso. Mais dinheiro público envolvido.
Depoimentos, intimações, combustíveis, papel, viatura, energia... Partindo do pressuposto de que o autor do crime seja conhecido, a autoridade policial poderá representar pela prisão preventiva. Preso, o acusado causará mais ônus para o Estado. Finalizado o Inquérito Policial, a “batata quente” vai para o Poder Judiciário.
Nesta fase, envolveremos todo o corpo de funcionários do Fórum, mais documentação, mais gastos. Um Defensor Público será acionado. Juiz e Promotor se dedicarão ao processo. Mais diligências poderão ser solicitadas e mais dinheiro público será utilizado.
Voltando à prisão preventiva, caso ocorra, o acusado será custodiado em um presídio/cadeia, causando mais gastos públicos. Fala-se em quase 2 mil Reais por mês para mantê-lo preso. Se precisar ir a uma audiência, todo um aparato será montado para levá-lo até o Fórum. Mais gastos.
Ufa! Resumi ao máximo todos os possíveis gastos oriundos de uma ocorrência onde seu nascedouro foi a droga. Deu pra perceber que a bolsa Crack sai muito mais barato para o Estado? Ah! O dinheiro não vai ser pago à família, mas será transferido diretamente para a clínica especializada neste tipo de tratamento.
Considerando esta afirmação verdadeira e pegando como exemplo um homicídio simples, faremos alguns cálculos: Após o crime, algum popular acionará a polícia militar, através do 190, que enviará uma guarnição para isolar e preservar o local. Teremos, pelo menos, três policiais a menos patrulhando a cidade, pois estarão no local de crime. A partir daí, entrarão em campo mais três equipes, sendo uma da Polícia Civil, outra da Medicina Legal e os peritos criminalistas.
Terminado o local do crime, investigadores irão fazer as diligências no intuito de localizar testemunhas. Mais gastos. Algumas investigações requerem muitos dias de trabalho dos policiais, dedicação e esforço. O médico legista irá atestar a causa da morte. Os peritos criminalistas irão analisar os objetos encontrados no local do fato e produzirão um relatório com dados que possam levar até o criminoso. Mais dinheiro público envolvido.
Depoimentos, intimações, combustíveis, papel, viatura, energia... Partindo do pressuposto de que o autor do crime seja conhecido, a autoridade policial poderá representar pela prisão preventiva. Preso, o acusado causará mais ônus para o Estado. Finalizado o Inquérito Policial, a “batata quente” vai para o Poder Judiciário.
Nesta fase, envolveremos todo o corpo de funcionários do Fórum, mais documentação, mais gastos. Um Defensor Público será acionado. Juiz e Promotor se dedicarão ao processo. Mais diligências poderão ser solicitadas e mais dinheiro público será utilizado.
Voltando à prisão preventiva, caso ocorra, o acusado será custodiado em um presídio/cadeia, causando mais gastos públicos. Fala-se em quase 2 mil Reais por mês para mantê-lo preso. Se precisar ir a uma audiência, todo um aparato será montado para levá-lo até o Fórum. Mais gastos.
Ufa! Resumi ao máximo todos os possíveis gastos oriundos de uma ocorrência onde seu nascedouro foi a droga. Deu pra perceber que a bolsa Crack sai muito mais barato para o Estado? Ah! O dinheiro não vai ser pago à família, mas será transferido diretamente para a clínica especializada neste tipo de tratamento.
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