A função do jornalismo é levar a seu ouvinte, leitor ou telespectador a notícia. Política, Esporte, cultura, policial. Seja qual for o tema, o profissional da imprensa tem o compromisso de deixar o seu ‘cliente’ informado. No ParaíbaemQAP também é assim. Nossa equipe, diariamente, escreve sobre a Segurança Pública, e, não muito distante de todos os problemas da segurança, relata alguns acontecimentos da área policial.
Apesar de acompanhar todas as notícias da violência que atinge nosso estado, imaginava, eu, estar imune à realidade da insegurança. Pois é, eu também faço parte desse contexto. Além do mais, quase entrava para a estatística de vítimas de roubos e/ou furtos.
Na madrugada da sexta para o sábado, 18, por volta das 3h20, o som da abertura de um cadeado despertou todos da casa. Bandidos acabavam de abrir o portão da frente, que dá acesso ao jardim da minha residência e se preparava para arrombar uma segunda porta. Esta, que dá acesso à eFiKaS.
Não sabemos se pelo nosso movimento ou pela dificuldade de ultrapassar a barreira da 2ª porta, os assaltantes desistiram e foram embora sem levar nada. Acionamos o 190, mas, infelizmente, ninguém foi preso. Por outro lado, apenas um cadeado foi furtado.
Aos sábados, no ParaíbaemQAP do rádio, eu sempre defendo que a segurança é um problema que atinge diretamente todos, diferentemente da saúde e educação. Calma, explicarei.
Não estou dizendo que a segurança é mais ou menos importante que a saúde ou a educação. Pra mim, a saúde deve estar em primeiro lugar. Sem saúde, não temos educação, nem segurança. Veremos: Você deixa seu filho febril ir à escola? Um exemplo apenas que sem saúde, não temos educação. Uma simples dor de cabeça é capaz de deixá-lo sem trabalhar; Sem saúde, sem trabalho!
A educação com certeza é importantíssima, principalmente para um país que pensa no futuro. Também vejo a necessidade de investimento no setor. Mas, olhando pela visão do egocentrismo do cidadão, e eu me incluo neste número, não me preocupo ‘diretamente’ com a educação, pois, no momento, nenhum dos meus estudam ou se utilizam de algum projeto da Escola, seja pública ou privada. E quantas residências por aí não fazem parte do grupo daqueles que não tem estudantes em casa e não conhecem de perto a realidade das escolas do país? A mesma pergunta vai pra saúde: Quantos nunca precisaram do SUS e não conhecem de perto a problemática da saúde pública?
Resumidamente, compreendo que nem da saúde, nem da educação nós ‘precisamos diretamente’ todos os dias. Compreendo, também, que todos nós, diariamente, precisamos nos sentir seguros. Seja em casa, no trabalho, no cinema, no shopping, enfim, em qualquer lugar necessitamos da segurança. Por isso, aposto que o investimento em segurança não pode ficar a desejar. Segurança Pública, pra mim, deveria ser prioridade das prioridades.
Finalizo com a seguinte pergunta: Você está satisfeito com a Segurança Pública do nosso estado? No mais, agradecer ao policial militar Barbosa, que atendeu minha ocorrência prontamente.
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